quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
venda permanente de filhotes de cães DOBERMANS,PASTOR ALEMÃO, ROTWAILLER,BULLDOGS AMERICANO !
sábado, 28 de agosto de 2010
CURSO DE ADESTRAMENTO PROFISSIONAL !
1 º curso de adestramento !
OBS: AULAS EM GRUPOS .
este curso abordará tecnica de aprendizado cientifico aplicado em cães e cinopsicologia.
Instrutores :
Márcio santos adestrador com 16 anos, de experiência em treinamento,adestramento e recuperação de cães, com problemas relacionados agressão e traumas de cães , sendo um profissional muito requisado em nossa região !
Experiência em campo de recuperação de cães agressivos : pit bull,schenauzer,maltês,rotwailler,pastor alemão e etc.
Experiência em campo de adestramento para cães de serviço :pastor alemão,rotwailer,pit bull,dobermans e etc.
coordenador de adestramento do maior canil da nossa região vale dos lobos.
ex-coordenador do projeto de cinoterapia UNICÃO .
EX-COORDENAÇÃO DE ADESTRAMENTO DO KENEL CLUB DO PARÁ.
IDEALIZADOR DA PRIMEIRA PROVA DE ADESTRAMENTO P/ CÃES DOMESTICO.
CAP. FÁBIO CARMONA com anos de adestramento de cães : SUBCOMANDANTE DO CANIL DA POLICIA MILITAR COM ANOS DE EXPERIÊNCIA EM CÃES DE SEGURANÇA PUBLICA.
COM VARIOS CURSO DE EXPECIALIZAÇÃO EM CÃES K-9 INSTRUTORES AMERICANOS .
PARTICIPE, NOSSO CURSO TORNARA VOCÊ EM UM PROFISIONAL DE ADESTRAMENTO DE CÃES QUALIFICADO PARA RESOLVER PROBLEMAS DE COMPOTAMENTO DE SEU CÃO OU DE CLIENTES !
CONTATO: MARCIO SANTOS 8853-6746
OBS: AULAS EM GRUPOS .
este curso abordará tecnica de aprendizado cientifico aplicado em cães e cinopsicologia.
Instrutores :
Márcio santos adestrador com 16 anos, de experiência em treinamento,adestramento e recuperação de cães, com problemas relacionados agressão e traumas de cães , sendo um profissional muito requisado em nossa região !
Experiência em campo de recuperação de cães agressivos : pit bull,schenauzer,maltês,rotwailler,pastor alemão e etc.
Experiência em campo de adestramento para cães de serviço :pastor alemão,rotwailer,pit bull,dobermans e etc.
coordenador de adestramento do maior canil da nossa região vale dos lobos.
ex-coordenador do projeto de cinoterapia UNICÃO .
EX-COORDENAÇÃO DE ADESTRAMENTO DO KENEL CLUB DO PARÁ.
IDEALIZADOR DA PRIMEIRA PROVA DE ADESTRAMENTO P/ CÃES DOMESTICO.
CAP. FÁBIO CARMONA com anos de adestramento de cães : SUBCOMANDANTE DO CANIL DA POLICIA MILITAR COM ANOS DE EXPERIÊNCIA EM CÃES DE SEGURANÇA PUBLICA.
COM VARIOS CURSO DE EXPECIALIZAÇÃO EM CÃES K-9 INSTRUTORES AMERICANOS .
PARTICIPE, NOSSO CURSO TORNARA VOCÊ EM UM PROFISIONAL DE ADESTRAMENTO DE CÃES QUALIFICADO PARA RESOLVER PROBLEMAS DE COMPOTAMENTO DE SEU CÃO OU DE CLIENTES !
CONTATO: MARCIO SANTOS 8853-6746
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Por que em certos casos o adestramento não funciona como esperado ?!
Bem, um dos problemas esta no profisional! muitos ao visitar os clientes,não procuram esclarecer,informa o tipo de serviço(treinamento) : educação,obediência, truques ,problemas de comportamento para um bom convívio no lar ou outros serviços especializado como :guarda,protecção,anti envenenamento e condução etc.
todos os tipos de treinamento de cães tem um período de curso a ser cumprido, sem pular as fases!
Outro problema é qualificação profisional de quem diz que adestra! é muito comum propietarios requisitarem os meus serviços ressaltando que os cães deles já sabem fazer os exercícios como: senta.deita, junto e etc.Pois aprenderam em revista ou Internet e etc. Mas não conseguem controla quando expostos a situações do dia a dia como: cães na rua,gato quando se solta da guia,criança passando,pássaros e etc. no entanto, são pessoas que não dizem que são adestrador só porque o cão senta ! são praticante de adestramento querendo ter uma relação melhor com seu cão ,que para mim é fantástico! mas quem vende ser adestrador(quer viver disso ) deve ter ou procurar ser profisionalizar se qualificando.por que?
em nossas rotinas de prestação de serviço , não sabemos o que vamos encontrar, somente gostar de cães ou precisar trabalhar(ganhar dinheiro )não é o suficiente para oferecer esse serviço.Pois ,trabalhamos com seres de vida simples, mas que merecem uma vida de qualidade com muita atividade .Do outro lado lidamos com pessoas(donos)que muitas das vezes ver no adestrador o único que pode solucionar os problemas do seu cão, criando-se uma expectativa em relação a convivência com seu cão!
ENTÃO, PROCURAR SE ESCLARECER ANTES DE CONTRATAR OS SERVIÇOS DE ADESTRAMENTO, APENAS PESQUISANDO VALORES PODE SER UMA FACA DE DOIS GUMES !
Adestrar cães , não é apenas, fazer exercício como :senta,cumprimentar e etc.
O profisional deve saber solucionar problemas,utilizar e aplicar métodos,criar programas de treinos,conhecer raças,temperamentos e carater,ter noções de psicologia comportamental e cinopsicologia, ser educado, transparente e exclarecedor com os clientes,gostar de cães,defender a sua profisão em qualquer situação,ter ética, envolver se em qualquer atividade que envolva a divulgação positiva do seu trabalho !
Só assim, teremos bons profisionais, com capacidade técnica e intelectual para oferecer um serviço de qualidade para nossos clientes !
Márcio Santos !
todos os tipos de treinamento de cães tem um período de curso a ser cumprido, sem pular as fases!
Outro problema é qualificação profisional de quem diz que adestra! é muito comum propietarios requisitarem os meus serviços ressaltando que os cães deles já sabem fazer os exercícios como: senta.deita, junto e etc.Pois aprenderam em revista ou Internet e etc. Mas não conseguem controla quando expostos a situações do dia a dia como: cães na rua,gato quando se solta da guia,criança passando,pássaros e etc. no entanto, são pessoas que não dizem que são adestrador só porque o cão senta ! são praticante de adestramento querendo ter uma relação melhor com seu cão ,que para mim é fantástico! mas quem vende ser adestrador(quer viver disso ) deve ter ou procurar ser profisionalizar se qualificando.por que?
em nossas rotinas de prestação de serviço , não sabemos o que vamos encontrar, somente gostar de cães ou precisar trabalhar(ganhar dinheiro )não é o suficiente para oferecer esse serviço.Pois ,trabalhamos com seres de vida simples, mas que merecem uma vida de qualidade com muita atividade .Do outro lado lidamos com pessoas(donos)que muitas das vezes ver no adestrador o único que pode solucionar os problemas do seu cão, criando-se uma expectativa em relação a convivência com seu cão!
ENTÃO, PROCURAR SE ESCLARECER ANTES DE CONTRATAR OS SERVIÇOS DE ADESTRAMENTO, APENAS PESQUISANDO VALORES PODE SER UMA FACA DE DOIS GUMES !
Adestrar cães , não é apenas, fazer exercício como :senta,cumprimentar e etc.
O profisional deve saber solucionar problemas,utilizar e aplicar métodos,criar programas de treinos,conhecer raças,temperamentos e carater,ter noções de psicologia comportamental e cinopsicologia, ser educado, transparente e exclarecedor com os clientes,gostar de cães,defender a sua profisão em qualquer situação,ter ética, envolver se em qualquer atividade que envolva a divulgação positiva do seu trabalho !
Só assim, teremos bons profisionais, com capacidade técnica e intelectual para oferecer um serviço de qualidade para nossos clientes !
Márcio Santos !
sábado, 31 de julho de 2010
No passo do cão guia
No passo do cão guia
Saiba como esses animais são treinados para se tornarem os companheiros fiéis de quem tanto precisa Por Rebeca Alcoba

É comum vê-los nas ruas, no transporte público ou dentro de estabelecimentos - até porque eles têm passe garantido em qualquer ambiente, de acordo com a Lei Federal 11.126, de 2005. A reação a esse encontro quase sempre é de empatia. "É bonito ver um cachorrinho com ar dócil auxiliando alguém que necessita dele", comenta Luciana Oliveira, usuária do metrô, em São Paulo. Os mais apaixonados por cães tentam interagir com o bichinho e, em alguns casos, até iniciar uma conversa com o proprietário, afinal, a cena desperta interesse. Contudo, existem vários elementos nessa parceria entre cão guia e o dono com deficiência visual. Conhecimento, amor e, acima de tudo, voluntários (famílias acolhedoras na fase de treinamento) são fundamentais para que em dois anos o animal chegue às mãos de quem ele vai acompanhar. É justamente esse universo encantador que você conhecerá por aqui.
Passo 1: antes do nascimento Tudo começa com a escolha da raça. As mais adaptadas ao trabalho de cão guia são labrador, golden retriever e pastor alemão. No entanto, boxer e collie também atendem aos requisitos, que incluem porte, resistência, facilidade em se adaptar a pessoas diferentes e temperamento adequado. A partir daí é feita uma seleção genética, ou seja, os responsáveis pelo treinamento buscam referências comportamentais e de saúde dos pais que irão gerar os filhotes.
Passo 2: a eleiçãoApós a gestação e o nascimento dos filhotes, é necessário detectar quais são os mais equilibrados emocionalmente. O cão ideal para receber o treinamento estará no meio-termo, ele não pode ser dominante ou submisso demais. Esse período leva em torno de oito semanas, enquanto os filhotes permanecem próximos à ninhada e à mãe. Assim como qualquer cachorro comum, é imprescindível oferecer a eles uma alimentação de qualidade e todos os cuidados veterinários desde o início.
Saiba como esses animais são treinados para se tornarem os companheiros fiéis de quem tanto precisa Por Rebeca Alcoba

É comum vê-los nas ruas, no transporte público ou dentro de estabelecimentos - até porque eles têm passe garantido em qualquer ambiente, de acordo com a Lei Federal 11.126, de 2005. A reação a esse encontro quase sempre é de empatia. "É bonito ver um cachorrinho com ar dócil auxiliando alguém que necessita dele", comenta Luciana Oliveira, usuária do metrô, em São Paulo. Os mais apaixonados por cães tentam interagir com o bichinho e, em alguns casos, até iniciar uma conversa com o proprietário, afinal, a cena desperta interesse. Contudo, existem vários elementos nessa parceria entre cão guia e o dono com deficiência visual. Conhecimento, amor e, acima de tudo, voluntários (famílias acolhedoras na fase de treinamento) são fundamentais para que em dois anos o animal chegue às mãos de quem ele vai acompanhar. É justamente esse universo encantador que você conhecerá por aqui.
Passo 1: antes do nascimento Tudo começa com a escolha da raça. As mais adaptadas ao trabalho de cão guia são labrador, golden retriever e pastor alemão. No entanto, boxer e collie também atendem aos requisitos, que incluem porte, resistência, facilidade em se adaptar a pessoas diferentes e temperamento adequado. A partir daí é feita uma seleção genética, ou seja, os responsáveis pelo treinamento buscam referências comportamentais e de saúde dos pais que irão gerar os filhotes.
Passo 2: a eleiçãoApós a gestação e o nascimento dos filhotes, é necessário detectar quais são os mais equilibrados emocionalmente. O cão ideal para receber o treinamento estará no meio-termo, ele não pode ser dominante ou submisso demais. Esse período leva em torno de oito semanas, enquanto os filhotes permanecem próximos à ninhada e à mãe. Assim como qualquer cachorro comum, é imprescindível oferecer a eles uma alimentação de qualidade e todos os cuidados veterinários desde o início.
Passo 3: primeiro larUma vez aprovados, os cães seguem para as famílias socializadoras, onde ficam até um ano ou um ano e meio, de acordo com o desempenho de cada um. Essas pessoas são voluntárias, que disponibilizam o seu tempo para acompanhar e apresentar aos cachorros atividades cotidianas, como afazeres domésticos, passeios externos, ida ao supermercado ou uso do transporte coletivo.Nessa fase, o treinador acompanha à distância o desenvolvimento da relação, observando as reações positivas ou negativas que o cão tenha diante dos acontecimentos. Assustar com determinado barulho ou ter medo de criança são exemplos de fatores a serem trabalhados posteriormente, a fim de alcançar a superação.
Ao deparar-se com um cão guia, não mexa com o animal antes de pedir permissão ao dono, pois ele pode se distrair colocando em risco a segurança do guiado
Companheiro de todas as horasQuem já tem um cão guia para chamar de seu não consegue mais imaginar como seria a vida sem ele. A advogada Thays Martinez perdeu a visão aos 4 anos de idade, por complicações de caxumba, mas teve a sua rotina transformada com a chegada do Boris, o labrador adquirido no exterior para guiá-la. "Depois do Boris, eu passei a caminhar pelo simples prazer de sentir o corpo em movimento e conseguia até correr de vez em quando, porque ele cuidava de tudo para mim", revela. A experiência foi tão animadora que Thays resolveu ajudar outras pessoas, fundando em 2002 o Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), uma ONG para treinar e distribuir cães guia, melhorando a qualidade de vida dos deficientes visuais. Atualmente, Thays segue com o seu segundo cão, o Diesel.Quem faz o trabalhoExistem poucas instituições brasileiras que treinam cães guia. Em São Paulo foi assinado um convênio em 2009 entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP), a fim de criar um Centro de Estudos e de Treinamento do Cão Guia com a participação financeira do Governo Estadual. No entanto, o projeto ainda não foi iniciado.
No Brasil, atualmente estima-se ter apenas 60 cães guia. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, há 1,4 milhão de cegos no País
Passo 4: o treinamentoOs cães retornam para as escolas e só então começa o condicionamento, que dura de três a cinco meses. O treinador mostra o que o canino deverá fazer, dá suporte e, com o tempo, transfere para o animal a responsabilidade pelos trajetos. Eles aprendem, entre outras coisas, a andar em linha reta, a parar em esquinas, driblar obstáculos móveis e fixos. Todo esse trabalho é feito com base na técnica de reforço positivo (o animal recebe em troca elogio e carinho), sem que haja excessos para não desviar a atenção do cão.
Ao deparar-se com um cão guia, não mexa com o animal antes de pedir permissão ao dono, pois ele pode se distrair colocando em risco a segurança do guiado
Companheiro de todas as horasQuem já tem um cão guia para chamar de seu não consegue mais imaginar como seria a vida sem ele. A advogada Thays Martinez perdeu a visão aos 4 anos de idade, por complicações de caxumba, mas teve a sua rotina transformada com a chegada do Boris, o labrador adquirido no exterior para guiá-la. "Depois do Boris, eu passei a caminhar pelo simples prazer de sentir o corpo em movimento e conseguia até correr de vez em quando, porque ele cuidava de tudo para mim", revela. A experiência foi tão animadora que Thays resolveu ajudar outras pessoas, fundando em 2002 o Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), uma ONG para treinar e distribuir cães guia, melhorando a qualidade de vida dos deficientes visuais. Atualmente, Thays segue com o seu segundo cão, o Diesel.Quem faz o trabalhoExistem poucas instituições brasileiras que treinam cães guia. Em São Paulo foi assinado um convênio em 2009 entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP), a fim de criar um Centro de Estudos e de Treinamento do Cão Guia com a participação financeira do Governo Estadual. No entanto, o projeto ainda não foi iniciado.
No Brasil, atualmente estima-se ter apenas 60 cães guia. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, há 1,4 milhão de cegos no País
Passo 4: o treinamentoOs cães retornam para as escolas e só então começa o condicionamento, que dura de três a cinco meses. O treinador mostra o que o canino deverá fazer, dá suporte e, com o tempo, transfere para o animal a responsabilidade pelos trajetos. Eles aprendem, entre outras coisas, a andar em linha reta, a parar em esquinas, driblar obstáculos móveis e fixos. Todo esse trabalho é feito com base na técnica de reforço positivo (o animal recebe em troca elogio e carinho), sem que haja excessos para não desviar a atenção do cão.
Durante a transferência de responsabilidade, o treinador chega a andar na rua de olhos vendados para testar a aptidão dos cães. Esse momento provoca o maior nível de estresse nos animais, por isso é fundamental respeitar os limites deles e trabalhar em cima de suas características individuais para garantir a segurança do cego.
Passo 5: o lar definitivoAqui se inicia a procura por alguém cujo ritmo de vida seja compatível com as características apresentadas pelo cão. Formando-se a parceria adequada, começa a instrução ao deficiente visual, que durante 20 dias transitará com o novo amigo por seus locais habituais. A presença do treinador vai se afastando aos poucos e, por vezes, ele anda escondido do cão para desvincular-se como referência. Quando o cão guia é cedido por instituições, mesmo após o entrosamento da dupla, há um acompanhamento regular, que inclui visitas e intervenções caso haja problemas. A vida útil de um cão, desempenhando suas funções de maneira eficiente, gira em torno de 8 a 10 anos, depois ele começa a perder a capacidade de resposta.
Fontes: Moisés Vieira Junior, instrutor reconhecido pela International Guide Dog Federation (Inglaterra), e formado na Royal New Zealand Foundation for the Blind - Guide Dog Services (Nova Zelândia). Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra)
Formação profissionalPara tornar-se um treinador ou instrutor de cães guia é necessário estudar no exterior, já que no Brasil não existe esse tipo de formação. Moisés Vieira, que atua na ONG paulista Iris, cursou quatro anos na Nova Zelândia. Ele diz que poderia dar aulas no Brasil, no entanto, não há estrutura para isso. "Eu precisaria de pelo menos 12 cães disponíveis para formar um treinador". Para se ter ideia, de acordo com a Iris, estima-se ter apenas 60 cães guia atualmente em todo o País. Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, em outubro de 2009, há 1,4 milhão de cegos no Brasil e mais cerca de 5,4 milhões de deficientes visuais sérios (pessoa que consegue utilizar-se do que resta da visão para realizar tarefas cotidianas).
Passo 5: o lar definitivoAqui se inicia a procura por alguém cujo ritmo de vida seja compatível com as características apresentadas pelo cão. Formando-se a parceria adequada, começa a instrução ao deficiente visual, que durante 20 dias transitará com o novo amigo por seus locais habituais. A presença do treinador vai se afastando aos poucos e, por vezes, ele anda escondido do cão para desvincular-se como referência. Quando o cão guia é cedido por instituições, mesmo após o entrosamento da dupla, há um acompanhamento regular, que inclui visitas e intervenções caso haja problemas. A vida útil de um cão, desempenhando suas funções de maneira eficiente, gira em torno de 8 a 10 anos, depois ele começa a perder a capacidade de resposta.
Fontes: Moisés Vieira Junior, instrutor reconhecido pela International Guide Dog Federation (Inglaterra), e formado na Royal New Zealand Foundation for the Blind - Guide Dog Services (Nova Zelândia). Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra)
Formação profissionalPara tornar-se um treinador ou instrutor de cães guia é necessário estudar no exterior, já que no Brasil não existe esse tipo de formação. Moisés Vieira, que atua na ONG paulista Iris, cursou quatro anos na Nova Zelândia. Ele diz que poderia dar aulas no Brasil, no entanto, não há estrutura para isso. "Eu precisaria de pelo menos 12 cães disponíveis para formar um treinador". Para se ter ideia, de acordo com a Iris, estima-se ter apenas 60 cães guia atualmente em todo o País. Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, em outubro de 2009, há 1,4 milhão de cegos no Brasil e mais cerca de 5,4 milhões de deficientes visuais sérios (pessoa que consegue utilizar-se do que resta da visão para realizar tarefas cotidianas).
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
## algumas fotos de treino de defesa ! #
sábado, 17 de julho de 2010
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