sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

## DIsplasia do coxo femural ##

Introdução


Canina displasia coxofemoral é uma condição genética comum em muitas racas de cães. Tal como acontece com Displasia Cotovelo é uma condição que reflecte a evolução de um cão da independente lobo em um lar para animais, cuidados, e alimentado por humanos.

Evolutionary Origins:


Nos dias antes do lobo foi domesticado pelo homem, a vida era simples; sobrevivência dependia fitness.Se um lobo não era rápido, elástico e ágil o suficiente para superar outjump sua presa e, em seguida, ela teria fome. Graças à sua enorme instinto de sobrevivência, o lobo permaneceu no pico de condição física.
Quando o lobo juntou forças com o homem, no entanto, estas competências, ainda que importante, deixou de ser essencial.Sua nova vida permitido o lobo cada vez mais a depender de seus companheiros para a alimentação humana. As sementes foram semeadas de declínio. Em milhares de anos desde que, o cão doméstico tornou-se uma vez mais impróprias criatura. Ele pagou um preço para domesticação e uma das mais graves sanções que tenha pago é Hip dysplasia. 

Causas da displasia coxofemoral


O cachorro do quadril - em comum com a de muitos outros animais terrestres - é uma "bola e soquete" mecanismo, realizada em conjunto por uma rede de ligamentos, tendões e músculos. É uma bela peça de engenharia natural que permite que o cão para se deslocar com uma mistura de potência, velocidade e agilidade.Em um cão saudável, a bola e se encaixam tomada de perto, suas superfícies protegidas por grandes áreas de cartilagem e lubrificado pelo conjunto fluido. Se o mecanismo está a funcionar bem e, em seguida, o cão é capaz de se mover e correr livremente. Se o mecanismo não está corrompido ou danificado ou se tornar inflamado, de qualquer forma, no entanto, sérios problemas podem ocorrer.

Displasia da anca é uma malformação do quadril aderir e tem dois, principais causas.Geralmente ele quer que o cão desenvolve durante os primeiros crescimento e desenvolvimento, muitas vezes, devido à sua história genética. Ou então, é um produto de simples "uso e desgaste", uma constante degradação do conjunto, de modo que, por exemplo, desenvolve no interior do osso adicional tomada ou da cartilagem torna-se usado para baixo até que a bola se encaixa elemento menos bem e começa a esfregar contra o soquete.

O resultado final é o mesmo em cada caso.O quadril estiver danificado e não funciona corretamente, causando grande dor ao cão e acabou resultando em claudicação. Nos casos mais graves pode se tornar efetivamente um cão aleijado, incapaz de se mover sem dor excruciante.


Um Raio X de um cão com os quadris.



Um Raio X de um cão com displasia coxofemoral.




Diagnóstico e Tratamento


Displasia podem ser difíceis de detectar porque cães geralmente são bons em lidar com a dor. Seu cão pode estar sofrendo cada vez que anda mas não vai necessariamente latir ou rosnar.Por isso, é importante controlar o seu cão. Qualquer sinal de claudicação ou arrastando os pés devem ser verificados para fora completamente. Nos cachorros você deve olhar para fora para um remelexo, hind parte marcha. Você também deve tomar cuidado para cães repente perder interesse em exercer ou sentado após o exercício por causa do desconforto. 1

Se um cão está sofrendo de displasia pode ser tratada em um número de maneiras. Analgésicos e tratamentos térmicos pode significativamente aliviar a dor. Muitas vezes, porém, a melhor cura é um programa cuidadosamente planeado exercício que limita os danos sendo feito para o quadril. Em casos graves, no entanto, a cirurgia ou o uso de um quadril artificial pode ser a única resposta.

Hip Scoring

  
Na década de 1970, organizações veterinárias começaram adjudicação cães quadril pontuações, classificações que indicaram um cão da probabilidade de desenvolvimento de displasia coxofemoral. O quadril pontuação é calculada por X Raying o cachorro depois que concede pontos para cada um dos nove elementos no quadril. Quanto menor a pontuação inferior a apresentar displasia coxofemoral está dentro do cão. A pontuação pode variar entre um mínimo de zero e um máximo de 106 (53 para cada conjunto). [2]Organizações como o Reino Unido Kennel Club e Associação Veterinária Britânica vieram até com a "raça pontuações médias", que mostra o nível de displasia é a média dentro da raça. Como regra geral, os cães com hip pontuação bem abaixo da média de pontuação raça são considerados bons reprodutores candidatos.Aqueles com pontuação acima da média de pontuação não são raça.

Quando Hip Pontuação Para o seu cão

A caçula de um cachorro pode ser pontuadas quadril é de doze meses.Até essa idade o desenvolvimento físico do seu corpo será bem estabelecida. Seu veterinário irá mandar para o Raio X para ser feito um registo oficial e será apresentado à autoridade competente do seu país, o Kennel Club eo British Veterinary Association no Reino Unido. [2]

Raças propensas à displasia coxofemoral


O problema é mais comum entre as grandes raças.Entre as raças conhecidas por serem sensíveis são: oBernese Mountain Dog, Chow Chow, Springer Spaniel Inglês, Pastor Alemão, Golden Retriever, Labrador Retriever, Newfoundland, Rottweiler, Shar Pei. A tabela abaixo, extraída da BVA estatísticas, mostra raça meio de uma maior gama de cães. 3.

RaçaPontuação MédiaRaçaHip Pontuação Média




Affenpinscher15. Húngaro Kuvasz24
Afghan Hound9. Húngaro Puli17
Airedale Terrier17Húngaro Wirehaired Vizsla14
Alasca Malamute13. Húngaro Vizsla12
American Bulldog23Irish Red & White Setter10
Anatolian Shepherd Dog11.Setter Irlandês16
Australian Cattle Dog11. Irish Water Spaniel18
Australian Shepherd10Irlandês cão de lobo6
Basenji7Italiano Spinone15. 
Basset Griffon Vendeen PT22Akita Japonês11
Beagle18Japonês Shiba Inu10
Collie barbudo11.Keeshond12
Beauceron20Kerry Blue Terrier15
Cão Pastor Belga11. Komondor16
(Groenendael)12.Labrador Retriever16
(Laekenois)9.Grandes Munsterlander14. 
(Malinois)10Leonberger12. 
(Tervueren)10Maremma cão de pastor14. 
(BSD - Unspecified)12. Mastim18
Bernese Mountain Dog16Miniature Poodle16
Bichon Frise10Schnauzer Miniatura13.
Bloodhound21Mastim napolitano25
Border Collie / Trabalho cão de pastor14.Newfoundland28
Bouvier des Flandres17Norueguês Buhund15. 
Boxer16Nova Sco 'Pato portagens Retriever13.
Bracco Italiano19Old Inglês cão de pastor20
Briard20Otterhound43
Bretanha18Petit Basset Griffon Vendeen22
Bull Terrier7Ponteiro11
Bulldog41Polonês Lowland cão de pastor17
Bullmastiff28Português Water Dog18
Canaan Dog15.Pug23
Cavalier King Charles Spaniel16Pirenaicos Mountain Dog13.
Chesapeake Bay Retriever12.Pirenaicos cão de pastor16
Chow Chow14.Rhodesian Ridgeback12.
Clumber Spaniel42Rottweiler13.
Cocker Spaniel15.Rough Collie13
Curly-Coated Retriever11. Saluki5
Dalmatian10Samoyed13.
Dobermann10Shar-Pei18
Elkhound13.Shetland cão de pastor16
Setter Inglês19Husky siberiano7
Springer Spaniel Inglês13. Smooth Collie5
Eskimo Dog (Greenland Dog)20Soft-Coated Wheaten Terrier13.
Estrela Mountain Dog30St Bernard23
Field Spaniel15. Staffordshire Bull Terrier13. 
Finlandês Lapphund13. Standard Poodle15.
Flat-Coated Retriever9. Norma Schnauzer23
Alemão Long-Haired Pointer9. Sussex Spaniel37
Pastor Alemão Dog19Sueco Lapphund20
Alemão Short-Haired Pointer10Sueco Vallhund13.
Alemão Wire-Haired Pointer11.Mastim tibetano14. 
Schnauzer Gigante14.Spaniel Tibetano12.
Golden Retriever19Terrier tibetano15. 
Gordon Setter24Weimaraner13. 
Great Dane13. Welsh Corgi (Pembroke)25
Hovawart11.Welsh Springer Spaniel19

References

  1. Universidade de Liverpool Pequenos Animais Unidade http://www.liv.ac.uk/sath/conditions/hip_dysplasia.htm
  2. British Veterinary Association / UK Kennel Club Hip Scoring System
  3. Displasia coxofemoral Raça Escores em Vetrica.com

Displasia Coxo-Femoral

A displasia é determinada a partir de uma combinação de genes no organismo dos animais, caracterizando a doença como uma patologia, ou seja, determinada por mais de um par de genes. Além disso, a doença agrava-se por influência de fatores externos, e uma vez desenvolvendo-se a doença está não volta a regredir.

Características da doença

    A displasia é uma doença influenciada por fatores genéticos, geralmente transmitida de maneira hereditária, isso é, os pais possuem a doença, os filhos também possuíram, e quanto maior o número de ascendentes afetados um filhote tiver, maior serão as chances do mesmo manifestar a displasia. E determinada por fatores de manejo e do meio ambiente.Mais comum em cães de grande porte e de crescimento rápido, mas ainda que em mínima quantidade pode atingir também cães que apresentam menores taxas de crescimento, ou seja, o rápido crescimento do esqueleto quando não acompanhado pelo crescimento da musculatura pélvica favorece a ocorrência de displasia. Atinge na mesma freqüência machos e fêmeas.
    
Ë uma patologia que altera a conexão entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (estrutura que liga a pelvis ao fêmur). Esta acomete uma ou ambas articulações, normalmente atinge as duas articulações.Raças mais acometidas: Pastor Alemão, Rottweiler, Weimaraner, Golden Retriever, Retriever do Labrador, Fila Brasileiro entre outras raças.

Sinais clínicos

Geralmente aparece a partir dos 4-6 meses, indo d uma manqueira discreta até às vezes a total incapacidade locomotiva. 
Os sintomas são variados, basicamente uma dificuldade em caminhar, crepitações (estalos) nas juntas e sinais de dor que passam a ser constante. O cão inicia-se mancando de alguma pata traseira, sente dor ao andar e às vezes chora e até mesmo arrasta-se, dependendo da gravidade do quadro o animal pode até parar de movimentar as patas traseiras. Os sintomas baseiam-se não apenas na dor, como também na claudicação, dificuldade de locomoção, atrofia muscular, mobilidade alterada (excessiva ou diminuída) e crepitação (estalos) ao exame clínico da articulação.
Existem cães que são apenas portadores da displasia, não apresentam dor, estes apenas são diagnosticados através do exame radiográfico.A displasia é desencadeada pela hereditariedade, por fatores ambientais (piso liso), a raça do animal (geralmente cães de grande porte). Há cães que são assintomáticos, ou seja, não apresentam sinais clínicos, isso acontece por que as alterações ósseas desaparecem com a maturidade esquelética. Portanto os cães com uma idade mais avançada acabam se encaixando num quadro clínico diferente, onde as pequenas alterações, aparentemente sintomáticas, evoluíram para uma doença articular degenerativa crônica, e o animal manifesta dor, levanta-se com dificuldade, evitar caminhar e brincar torna-se triste, com o seu humor e temperamento mudados.
Diagnóstico

Para diagnosticar a doença usa-se o exame radiográfico (Raio-X), que é o único método seguro, este só pode ser realizado com cães a partir de 1 ano de idade, pois as alterações ósseas decorrentes da displasia progridem com a idade, portanto recomenda-se o raio-x após 12 meses de idade em cães de pequeno porte e com 18 meses em cães de grande porte.
O laudo oficial é emitido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia Veterinária (CBRV). Há alguns pré-requisitos para a emissão do laudo:
•    Uma cópia autenticada da tarjeta ou do pedigree;
•    Um termo de responsabilidade do médico veterinário;
•    Um termo de responsabilidade do proprietário;
•    A radiografia das articulações coxo-femorais conforme as normas do CBRV.

No exame o cão deverá estar em jejum de 8 horas, receberá um sedativo para relaxar a musculatura. O exame não é aconselhável em gestantes, pois os filhotes podem ser prejudicados e nem para as cadelas que forem mães há menos de 30 dias, pois a sua ossatura não voltou ao normal.

Classificação / Categorias
                                                                                 Há vários graus de displasia (leve a grave). 

                      Categorias da displasia                                                                                       Situação apresentada
                                       A = HD -                                                   Animal sem sinais de displasia.
                                       B = HD +/-                                         Animal com articulações coxo-femorais                
                                                                                                      próximas do normal.
                                       C = HD +                                                     Displasia coxo-femoral leve.
                                       D = HD ++                                               Displasia coxo-femoral moderada.
                                       E = HD +++                                         Displasia coxo-femoral severa.
 Filhotes com ancestrais com displasia HD ++ e HD +++ ou Rottweilers de mais de um ano de idade com laudo indicando portarem o mal não devem ser adquiridos.
  
Ao comprar um Rottweiler, verifique os laudos dos pais e avós do filhote com menos de um ano de idade. Alguns canis já vendem filhotes com três ou quatro gerações controladas quanto à displasia.

Tratamento

A displasia não tem cura, pois se ela não for evitada, uma vez adquirida, ela não regride. Alguns tratamentos:

•    Fisioterapia: consiste em exercícios para fortalecer a musculatura, aumentando a sustentação do quadril, os métodos mais indicados são a natação e as caminhada na areia (esforço).
•    Tratamento alopático: dispõe de drogas  base de vitaminas a aminoácidos para melhorar a área afetada. Não há contra indicação e pode ser administrado por toda a vida animal. Os antiinflamatórios também são usados e por serem a base de corticoídes não tratam, apenas diminuem a dor.
•    Tratamento homeopático: o melhor e o mais seguro, pois o remédio é dado não para  displasia e sim para seus sintomas. Não há contra indicação e posologia (dose) é feita de acordo com o estado de vida do animal.
•    Cirurgia: consiste na cefalectomia (retirada da cabeça do fêmur), que acaba com o atrito que causa as dores.

Controle para evitar o agravamento da doença

•    Evitar a obesidade, no caso de cães obesos, reduzir a ingestão de calorias para haver um controle de peso;
•    Controle a ração para qualquer indivíduo em geral;
•    Não dar comida à vontade ao filhote, pois acelera o crescimento, facilitando o aparecimento da doença;
•    Os filhotes podem se exercitar a partir dos 3 meses, de forma moderada (a natação, caminhadas leves, para desenvolver        a  musculatura pélvica);
•    Os exercícios pesados (como deixar o cão correr ao lado da bicicleta, ou de outros veículos) devem ser evitados, pois podem provocar não apenas a displasia como artroses;
•    Proporcionar um ambiente sempre favorável ao animal, não deixar o animal em pisos lisos;
•    Filhotes recém-nascidos devem permanecer sobre uma superfície áspera, para evitar escorregões que forcem a articulação.

Controle genético


 Não se deve  cruzar cães com combinação de genes aptos para causar a doença. Cães com pais portadores de displasia terão maior probabilidade de desenvolver a doença, mas esta doença também pode surgir em filhotes de pais livres de displasia.
 O melhor método de controle é a seleção de animais para o cruzamento, cabe aos criadores um controle radiográfico, evitando dessa forma o cruzamento de animais displásicos.
Na  compra de um filhote, exija o laudo radiográfico da displasia do pai e da mãe, um dos dois deve ser isento da doença, pois isso dará mais segurança, e a chance de adquirir um filhote displásico será menor, mas não nula.  

  escrito por Roberta Todisco Genaro

sábado, 15 de janeiro de 2011

##Cão de Vigilância de Patrimônio x Cão de Proteção Pessoal - Metas e mitos ##

Cão de Vigilância de Patrimônio x Cão de Proteção Pessoal - Metas e mitos

Desde que o homem começou a utilizar os cães para o trabalho, um dos principais empregos foi , e ainda é a proteção, seja de patrimônio ou pessoal.
Devido aos sentidos mais aguçados dos cães, eles eram usados pelos homens primitivos para detectar e afugentar intrusos humanos e animais próximos aos acampamentos e aldeias.
Hoje em dia, os homens continuam usando os animais para proteção de seus quintais e muitas vezes como proteção pessoal. Muitos não fazem a devida distinção entre estas duas categorias de cães e o treinamento usado em cada caso.
Apresentamos aqui algumas características entre as duas categorias :
a) Cão de vigilância de patrimônio (VP): são cães usados na proteção de território, ficando freqüentemente soltos na área a ser guardada. Podem simplesmente indicar com latidos intrusos ou pessoas nas proximidades da área e, neste caso devem ser relativamente inseguros para estarem atentos todo o tempo e ladrarem a qualquer sinal da presença de estranhos. Funcionam como verdadeiros alarmes vivos. Podemos chamar de defesa passiva do patrimônio, pois na maioria das vezes não precisam entrar em ação.
Quanto a defesa ativa do território, ou seja uma confrontação direta com um eventual intruso , dependerá de inúmeros fatores além do treinamento. Podem ser listados alguns abaixo:
- Dominância territorial do cão. Quanto mais dominante territorialmente, mais agressivo o cão se portará numa eventual invasão.
- Nível de autoconfiança do cão. Quanto maior o relativo grau autoconfiança, mais eficaz será a defesa ativa do território, por outro lado a indicação passiva tenderá a ser menos eficiente.
- Comportamento do(s) intruso(s). Quanto mais autoconfiança o intruso mostrar, mais difícil ficará a ação do cão.
- Relação nº de cães/nºde intrusos: Quanto maior esta relação maior a eficiência na defesa ativa.
- Quantidade de cães que estejam protegendo o território. Obviamente um número maior de cães ajudando-se mutuamente será mais eficaz.
Os cães também podem ser usados em conjunto com homens para a proteção de territórios fazendo patrulhas ou coisa semelhante. Neste caso estariam atuando mais como proteção pessoal.
Quando se trata de uso de cães para vigilância de patrimônios valiosos, é necessário entender que animais deixados sozinhos em uma determinada área terão eficiência inversamente proporcional a determinação do potencial intruso. Isto quer dizer que se o intruso for realmente determinado nem os melhores e mais bem preparados cães conseguirão impedi-lo pois existem diversas armas e artifícios que podem ser usados para neutralizar os cães. Para uma eficácia maior os cães devem ser usados juntamente com outros métodos de proteção tais como vigias armados, alarmes etc.
A maioria dos usuários no entanto são pessoas comuns que usam o cão para proteger seu quintal e não tem um patrimônio tal que justifique o risco do meliante. Neste caso o uso do cão pode ser eficaz, unicamente porque a relação custo-benefício é desfavorável ao potencial intruso. Normalmente nestes casos um cão de alarme com um porte razoável é suficiente para desestimular um invasor.
b) Cão de proteção pessoal (PP): enquanto a eficiência do cão de VP está fundamentalmente ligada a imagem, no cão de PP a imagem é importante, mas sua eficiência em ação é o que mais importa. Enquanto o cão de VP trabalha muitas vezes sozinho, na proteção pessoal existe a cumplicidade homem-cão.
Características fundamentais que devem existir em um cão de PP são auto confiança, sociabilidade, espírito de equipe, nervos firmes, bons impulsos de caça e defesa e rapidez de reflexos. O trabalho deste cão exige intenso convívio com humanos, pois deve acompanhar seu condutor aos mais diversos lugares, transitando tranqüilamente no meio de pessoas. Deve tolerar o contato com estranhos e mesmo eventuais abusos de crianças. No entanto, este animal deve ser implacável quando acionado, suportando qualquer tipo de pressão e castigo vindos do oponente. Este equilíbrio procurado vem, em parte do lado genético e em parte do manuseio. O tipo de cão ideal não é fácil de ser encontrado e seu treinamento exige muito apuro técnico para se obter um bom resultado.
O cão de PP protege seu condutor e não a si mesmo. O que está em jogo neste caso não é o patrimônio , muitas vezes a vida do condutor dependerá do cão que esta a seu lado e vice versa. Por isto é muito importante o condutor ter total controle do cão, pois existem momentos em a melhor atitude é não agir e esta decisão cabe ao condutor. Portanto, para qualquer trabalho eficiente de um time homem-cão (seja ele qual for) é necessário respeito e confiança recíproca que só é adquirido com o convívio e competência do condutor .
c) Metas e Mitos: Com base nos comentários anteriores gostaríamos de deixar claro a distinção entre estes dois tipos de cães e seus trabalhos. Existe uma enorme confusão entre características e treinamento de ambos, bem como certos mitos criados pela crença popular.
Para que a chance de decepção por parte do proprietário seja pequena, é necessário o emprego do cão certo na função certa e saber o que esperar de cada um deles.
Por exemplo: não se deve esperar que um cão de alarme vá enfrentar corpo a corpo com ímpeto guerreiro um intruso seguro e experiente apenas porque ele mostra uma "braveza descomunal" quando passa alguém na frente de sua casa. Este é um comportamento de defesa exagerado e a fuga pode estar próxima. . Mesmo assim ele estará efetuando com eficiência o trabalho que se espera dele, ou seja , dar alarme e afugentar os menos impetuosos.
Da mesma forma um cão de características de PP terá uma boa chance de decepcionar quando colocado para vigiar um quintal. Entretanto, um animal destas características e forte senso de território , quando bem treinado, poderá efetuar um bom trabalho na defesa ativa do território, porém não será dos melhores para dar alarme.
Outro entendimento incorreto bastante comum é o de que um cão de PP tem que ser agressivo indiscriminadamente e pouco social. Espera-se, como foi visto anteriormente, exatamente o contrário. E, indo ainda mais longe, pode-se dizer que os cães mais efetivos de PP são geralmente os mais afáveis. Não dizem os especialistas em artes marciais que os mais valentes guerreiros no campo de batalha são, no dia a dia, os mais tranqüilos e tolerantes?
Sergio de Oliveira
Presidente da Sociedade Valeparaibana Cães Pastores Alemães

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cães podem 'ler emoções' como humanos, diz estudo

A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, e publicado na revista acadêmica Animal Cognition.


Segundo a reportagem da New Scientist, quando olhamos para um rosto que vemos pela primeira vez, temos a tendência de olhar primeiro à esquerda, para o lado direito do rosto da pessoa.
Isso só acontece quando olhamos para o rosto humano, e não para outros objetos. A revista diz que não há ainda uma explicação definitiva para isso, mas uma teoria é que o lado direito do rosto expressa melhor as emoções humanas.

Agora, o estudo dos pesquisadores britânicos afirma que os cães também têm o mesmo comportamento.

Rosto invertido

A equipe mostrou a 17 cães imagens de faces humanas, de cães e de macacos e também objetos inanimados.
Ao filmar os movimentos dos olhos e das cabeças dos animais, a equipe descobriu que, quando olhavam para o rosto humano, os cães também direcionavam o olhar à esquerda, para o lado direito da face.
O mesmo comportamento não foi verificado quando os cães olhavam para as outras imagens.
Segundo a reportagem, os pesquisadores sugerem que, depois de milhares de gerações de associação com os homens, os cães podem ter desenvolvido o comportamento como uma forma de identificar as emoções humanas.

No entanto, quando os cães olharam para um rosto invertido, com a testa para baixo, os animais ainda assim olhavam à esquerda. Já os seres humanos abandonam o comportamento quando estão diante da imagem de um rosto invertido.

Segundo a reportagem da New Scientist, os pesquisadores afirmam que isso não descarta a teoria de que os cães estão lendo as emoções humanas.
A explicação estaria no fato de que o lado direito do cérebro do cachorro - que processa informação do campo visual esquerdo - está melhor adaptado para interpretar a face humana e que os animais não teriam como adaptar isso.

Mistério

Ainda segundo a reportagem da New Scientist, trabalhos complementares realizados pelos pesquisadores britânicos concluíram que a tendência de olhar à esquerda entre os cães é muito mais forte quando se deparam com um rosto aparentemente bravo do que com um neutro ou feliz.
Mas nem todos pesquisadores estão convencidos de que o novo estudo oferece provas suficientes de que os cachorros podem, de fato, "ler" as emoções humanas.

O especialista Adam Miklosi, da Universidade Eotvos Loránd, em Budapeste, na Hungria, diz que o trabalho é interessante, mas que ainda é um mistério como os cães "entendem" o rosto humano.
"Os cães podem ser capazes de reconhecer o rosto do dono, mas não há evidência de que podem reconhecer a emoção facial humana", disse Miklosi à New Scientist.

Fonte:www.bbc.co.uk

Cão assassino? Ou não sabemos lidar com ele?

Qual é o cão mais feroz do mundo? Pensou nas raças pitt bull ou rottweiller?


Então errou. De acordo com uma pesquisa feita pela publicação científica Applied Animal Behavior Science, e divulgada pela BBC, o cão mais feroz do mundo é o dachshund, mais conhecido como "cão salsicha".

Segundo a pesquisa, um entre cinco "salsichas" já tentou atacar ou atacou estranhos, e um entre 12, já avançou nos próprios donos.

O levantamento, feito com 6 mil donos de 30 raças de cães direfentes, constatou que as raças com mais tendência a atacar humanos são dachshund e chihuahua. Já os cachorros menos agressivos são os das raças golden retrievers, labradores, são bernardos, britanny spaniels e greyhounds.

As raças mais temidas, comos os pitt bulls e rottweillers, ficaram na média de agressividade canina contra estranhos. A má fama destas raças se dá ao fato de os ataques destes cães causam ferimentos mais graves, dizem os especialistas.

E apesar de toda imponência das raças maiores, os pequenos cães costumam ser os mais agressivos.

O que diferencia a pesquisa publicada pela Applied Animal Behavior Science das demais, é que ela não associa a agressividade canina necessariamente à mordida, informou a BBC.

Confira as dez raças mais ferozes:

1. Dachshund
2. Chihuahua
3. Jack Russell terrier
4. Akita
5. Pastor australiano
6. Pit bull
7. Beagle
8. Springer spaniel inglês
9. Border collie
10. Pastor alemão

Fonte: Applied Animal Behavior Science

Estética castiga cães de pedigree com doença genética

Na Grã-Bretanha, cães de raça pura, os chamados cães de pedigree, estão sofrendo de doenças genéticas em conseqüência de anos de cruzamentos, mostrou um documentário da BBC.


Segundo o programa Pedigree Dogs Exposed (algo como 'Cães de pedigree expostos', na tradução livre), as doenças refletem a cultura de priorizar a aparência dos animais usados em shows em detrimento da sua saúde. O documentário exibiu cavaliers King Charles spaniel com cérebros maiores que os crânios, boxers portadores de epilepsia e uma fêmea buldogue que não podia dar à luz sem assistência. Mesmo com saúde debilitada, os cães são autorizados a participar de competições. Além disso, o Kennel Club do país aceita registrar animais nascidos de cruzamentos entre mãe e filho ou irmãos e irmãs. A prática é comum como forma de manter o padrão estético apreciado como "puro" no meio. Três em cada quatro dos 7 milhões de cães que vivem na Grã-Bretanha têm pedigree, gerando para seus donos um custo anual de cerca de 10 milhões de libras esterlinas (mais de R$ 31 milhões) só com veterinário.

Preço terrível

Uma pesquisa recente realizada pelo Imperial College de Londres mostrou que os cruzamentos entre cães com parentesco próximos são tão comuns em pugs que os cerca de 10 mil animais registrados na Grã-Bretanha vêm de uma linhagem de apenas 50 indivíduos distintos. "As pessoas estão realizando cruzamentos que seriam, em primeiro lugar, totalmente ilegais em seres humanos", disse o professor de genética do University College of London Steve Jones. "Isto é absolutamente insano do ponto de vista da saúde dos animais. Algumas raças estão pagando um preço terrível em termos de doenças genéticas." Entrevistado pelo programa, o veterinário Mark Evans, da organização pelos direitos dos animais RSPCA, culpou o sistema de registro e as regras de aparência que determinam a lógica no mundo canino. "O bem-estar e a qualidade de vida de muitos cães de pedigree estão seriamente comprometidos pelas práticas estabelecidas em função da aparência, guiadas primariamente pelas regras e requerimentos do registro e das competições", afirmou. Cão de raça vencedor de concurso de beleza Exagero de padrão de concursos de beleza traz riscos para animais Entretanto, uma porta-voz do Kennel Club britânico disse que a entidade está trabalhando "incansavelmente" para melhorar a saúde dos cães de raça. "Qualquer cão pode participar de exposições, cabe ao juiz decidir se ele corresponde aos padrões da raça", disse Caroline Kisko. "Quando as características se tornam exageradas, ocorrem os problemas de saúde. Isto é algo que o Kennel Club não estimula. Ao contrário, ativamente educa as pessoas através de campanhas, incluindo os juízes, contra esse tipo de prática."

Fonte: http://www.bbc.co.uk

Inteligência canina é equivalente a de uma criança de 2 anos

Renomado pesquisador coloca lado a lado a inteligência canina e a de uma criança humana de 2 anos de idade.


Os cães podem compreender mais de 150 palavras e intencionalmente enganar outros cães e pessoas, de acordo com o psicólogo e pesquisador Stanley Coren, PhD, da University of British Columbia.

Coren, autor dos livros mais populares sobre comportamento canino, revisou vários estudos para concluir que os cães têm a capacidade de resolver problemas complexos e são mais parecidos com os humanos e outros primatas do que se pensava anteriormente.

Segundo Coren, as habilidades mentais dos cães estão perto a de uma criança humana de 2 a 2 anos e meio de idade.

Há diferenças na inteligência entre os vários tipos de cães, e a raça determina algumas destas diferenças, diz Coren: "Há três tipos de inteligência do cão: instintiva (o que o cão é adestrado para fazer), adaptação (como o cão aprende a partir de seu ambiente a resolver problemas) e de trabalho e obediência (o equivalente a aprendizagem escolar)."

Dados de 208 juízes ligados a provas de obediência nos Estados Unidos e no Canadá mostraram as diferenças no trabalho e inteligência entre as raças de cães. "Border Collies são o número um; Poodles estão em segundo, seguido pelos Pastores Alemães. Quarto na lista é os Golden Retrievers, o quinto, Dobermans, sexta Shetland, e, finalmente, Labrador Retrievers", disse Coren.

O cão de média inteligência pode aprender 165 palavras, incluindo sinais, e os cães "super" (aqueles que estão entre os 20 no ranking de inteligência) podem aprender 250 palavras, diz Coren. "O limite máximo da capacidade dos cães de aprender palavras e gestos é parcialmente baseado em um estudo de um Border Collie chamado Rico, que mostrou conhecimento de 200 palavras e demonstrou o que os cientistas acreditavam que só poderia ser encontrado nos seres humanos e em alguns primatas", disse Coren.
Segundo Coren, os cães também podem contar até quatro ou cinco. E eles têm uma compreensão básica da aritmética e vai notar erros em cálculos simples, como 1 +1 = 1 ou 1 +1 = 3.

Através da observação, Coren disse: “Os cães podem aprender a localização de itens variados, as vias de melhor acesso em um ambiente (o caminho mais rápido para chegar em uma cadeira), como operar os mecanismos (tais como fechos e máquinas simples) e do significado das palavras e conceitos simbólicos (às vezes simplesmente por ouvir as pessoas falarem e vendo suas ações).”

Durante o jogo proposto na pesquisa, observou-se que os cães são capazes de tentar enganar outros cães e pessoas a fim de receber recompensas. Coren afirmou: "Os cães são tão bem sucedidos em enganar os seres humanos assim quanto os seres humanos estão em enganar eles."

Fonte: American Psychological Association

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

## corte de unhas##



Na natureza, os cachorros e gatos teriam suas unhas naturalmente aparadas, pois caminhariam em terrenos menos lisos, lixando-as com frequência.
Como criamos nossos bichinhos em ambientes de chão liso, o ideal é expô-los a passeios nas ruas e em terrenos arenosos. Para gatos, os brinquedos chamados "arranhadores" são os principais aliados.

Quando os passeios não são constantes e seu gato é preguiçoso para afiar suas garras, as unhas devem ser aparadas com um cortador de unhas. É muito importante impedir que elas cresçam demais, pois podem prejudicar o animal em diversas formas. Uma delas, é que o animal passa a "pisar" em cima da unha, podendo prejudicar seu movimento e a longo prazo dores na coluna e nas patas. As unhas também podem encravar, pois sem o corte tendem a enrolar e se instalar na "almofadinha" do animal.

Nem todos os animais possuem as unhas do 5º dedo, mas os que as tem, devem ser sempre aparadas. Como não entram em contato com o chão e crescem desmesuradamente, frequentemente encravam na pele e fazem feridas.

Para cortar as unhas é necessário um cortador de unhas específico. As unhas possuem uma parte irrigada (sabugo) facilmente notada nas unhas claras (parte rosada), e que não deve ser cortado . O sabugo é irrigado e ao ser cortado, sofre sangramento e dor no animal. Quando a unha é escura, o sabugo não consegue ser visto, portanto as chances de seu corte são maiores. Por esse motivo, o corte deve ser feito conforme desenho, sempre em sua ponta.

Mesmo com o cuidado necessário, é possível que o sabugo seja cortado. Quando isso acontece, a Fórmula Pet utiliza um produto chamado "estanca sangue" justamente para esse fim. Se isso acontecer em casa, não se desespere. Limpe bem a região com algodão e segure firmemente o local por alguns minutos. Se a pressão sozinha não funcionar, coloque um pouco de sal e mais uma vez repita a operação.

É importante lembrar que, a medida que cortamos as unhas, o "sabugo" se retrai, e o contrário também é verdadeiro quando não cortamos. Portanto, unhas pouco aparadas geralmente terão seus sabugos extendidos, ampliando as chances de sangramento.

## limpeza de ouvido ##



1- Conduto auditivo externo
2 - Conduto auditivo médio
3 - Conduto auditivo interno

Muitos nos perguntam sobre os cuidados que temos com os ouvidos dos animais no momento do banho. A preocupação geral é de que os ouvidos dos animais não sejam expostos a água, causando otites, isto é, inflamação dos ouvidos.
Para evitar a entrada de água no conduto auditivo dos animais, utilizamos algodão hidrófobo. Diferente do hidrófilo, o comumente comprado nas farmácias, chamado algodão branco, o hidrófobo é coberto por uma resina que impede a absorção da água, e portanto, mantêm o ambiente mais seco. Esse é o algodão usado, por exemplo, quando engessamos nosso corpo.

Fazemos uma bolinha com o algodão hidrófobo e o inserimos nos ouvidos. Ele é retirado apenas no final do banho, pois também ajuda a abafar o som durante a secagem.

Após a secagem, retiramos o algodão do ouvido e realizamos a limpeza do conduto auditivo externo e médio. Com ajuda de uma pinça enrolada em algodão branco, embebecemos com solução ceruminolítica (líquido utilizado para limpeza dos ouvidos), e limpamos as curvas do ouvido externo e o conduto do ouvido médio. Diferente do que muitos imaginam, o ouvido do cão e do gato (veja figura acima) é em forma de martelo, o que impede que se atinja o ouvido interno onde encontra-se o tímpano. Para garantir também que não empurremos a cera para dentro do ouvido, a pinça é curva, e não reta, que serve como "pá", para extrair a sujeira.

Se o ouvido do animal já possui cera acumulada em excesso e há um acúmulo de pelos, fazemos a remoção usando um pó otológico, que auxilia na retirada do pelos e ajuda a manter o conduto auditivo seco.

Mas, mesmo com todos os cuidados no banho, ainda assim é possível que o animal desenvolva otite.
Veja abaixo os tipos de otite e suas causas:

• Infecciosa: causada por bactérias e, geralmente, acompanhada de pus. Às vezes, é difícil de ser tratada e necessita de exames complementares, como coleta da secreção para análise e determinação do antibiótico que deve ser usado (cultura e antibiograma). Esses tipos de otite, quando "mal curadas", ocasionam um quadro crônico e cada vez mais difícil de ser resolvido.

• Parasitária: causada por ácaros (sarna). É muito comum encontrarmos excesso de cera de cor marrom muito escura, O cão coça bastante as orelhas. O ácaro que acomete o conduto auditivo não é o mesmo que causa a sarna de pele. Ele é transmitido entre cães e gatos, mas não para o homem.

• Fungos: é similar à otite bacteriana, mas o tipo de agente é outro. Apenas o exame da secreção do ouvido poderá diferenciar o microrganismo causador.• Seborréica: por excesso de produção de cera. Alguns cães produzem muito cerúmen e o mesmo não é eliminado. O acúmulo do material vai causar fermentação, o que leva ao mau cheiro e posterior inflamação dos ouvidos.

• Umidade: alguns cães têm o hábito de nadar, e a entrada de água nos ouvidos certamente causará inflamação. A penetração de água no conduto auditivo durante o banho também pode causar otite.

• Predisposição racial: raças que tem orelhas longas e peludas têm maior probabilidade de terem otite. Orelhas caídas abafam os ouvidos e não permitem a circulação do ar, condição que favorece a multiplicação de bactérias. O excesso de pêlos que algumas raças apresentam dentro dos ouvidos é outro fator predisponente. Os pêlos formam um tampão que impede a entrada de ar e a saída da cera. A remoção do excesso de pêlos de dentro dos ouvidos deve ser feita conforme orientação do veterinário.

## Salvamentos no Haiti Cães brasileiros ajudarão em salvamentos no Haiti##


(foto ilustrativa)
As Forças Armadas enviarão  ao Haiti 18 cães para auxiliar no resgate das vítimas do terremoto que ocorreu na terça-feira (12).
Os animais são de diversos Estados, como Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Rio Grande do Norte. Eles aguardam a liberação para embarcar para Porto Príncipe em um dos aviões da FAB (Força Aérea Brasileira).

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

## Cães reforçam segurança privada##


A preocupação com os assaltos tem recrutado mais do que homens e equipamentos para fazer a segurança de condomínios residenciais e empresas. Em alguns deles, o reforço na vigilância vem do melhor amigo do homem.


A cena é cada vez mais comum nos condomínios residenciais de Fortaleza: vigias com cães de guarda. Cada dupla fica de plantão durante toda a noite e 24 horas por dia nos finais de semana, com revezamento por turno. Para aguentar o rojão, os cães recebem acompanhamento veterinário e treinamento com um adestrador. “Geralmente, a gente pega cães a partir de um ano, que é quando ele desenvolve o temperamento de guarda. O cachorro tem que ser obediente, de preferência um cão de gaurda. Tem que ser um cachorro treinado no máximo nível”, orienta o adestrador André Nascimento.

Não são apenas os cães que passam por um treinamento. Para exercer a função, os seguranças precisam fazer um curso de cinofilia, que, em Fortaleza, é ministrado pela Polícia Militar do Estado. Segundo o administrador de um condomínio do bairro Mucuripe, os moradores fizeram questão de escolher o serviço de vigilância com cães. “Eles preferem ter um cachorro que sabem que é atento, diferente de uma pessoa armada, que pode tentar mirar um alvo e errar. O cachorro com certeza vai em cima e domina completamente”, afirma Guilherme Colares, administrador do condomínio.

A empresa já possui cerca de 100 contratos na Capital. O gerente diz que o mercado é promissor. “Hoje, nós temos uma média de 60 cães e fazemos esse revezamento para eles também terem esse repouso pra aguentar a jornada de 12 horas”, explica Eládio Cavalcante, gerente operacional da empresa.

Para o segurança Océlio Mendes, um verdadeiro companheiro de trabalho. “Você sente o cachorro, e ele sente você e se cria um vínculo maravilhoso”, garante o segurança Océlio Mendes.

Segundo os adestradores, as raças mais cotadas para o serviço de segurança são Rottweiler e Pastor Alemão. São cães de guarda inteligentes e que atendem bem aos comandos.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

## Reportagem, Aumenta procura por cães de aluguel durante as férias##

O medo da violência impulsiona os mercados relacionados à segurança. Quem não se sente protegido com vigias ou câmeras de vigilância pode recorrer ao aluguel de cães de guarda. Nas férias de verão, a procura por este tipo de serviço aumenta de 50% a 150%, segundo canis e centros de treinamentos especializados.

O valor do aluguel varia de acordo com a quantidade de dias que o morador vai utilizar o cão. "A gente fecha um pacote de acordo com a necessidade do cliente. O valor pode chegar a R$ 200 ou R$ 300 dependendo do animal locado", explica Eduardo Giorge de Souza, adestrador e um dos proprietários da Hymperium Centro de Treinamento de Cães, no bairro Utinga, em Santo André. A empresa tem cerca de 30 cachorros destinados ao aluguel e, de acordo com Souza, "a procura é bem maior nesta época do ano."
O Canil Salles, com filiais em toda a Grande São Paulo, registrou aumento de 150% na procura pelo aluguel de cães de guarda, segundo Adriano Salles, treinador e proprietário do canil. "O crescimento foi estrondoso. Penso que as pessoas pararam de acreditar nos humanos para fazer segurança. O cão não tem como ameaçar ou subornar", diz Salles.
Os cachorros mais usados neste tipo de serviço são o rottweiller, o pastor-alemão e o pastor-belga malinois - uma espécie de pastor menor e mais esguio. "São animais com grande potencial para o adestramento e para a guarda", afirma Souza.
Alimentado e limpo - Enquanto o animal estiver na casa do cliente, ele recebe visitas diárias de funcionários do canil, responsáveis pela alimentação do animal e limpeza do local. Antes de fechar acordo, a empresa visita o imóvel onde o cão vai ficar. "A gente não pode, por exemplo, colocar um animal em uma casa com muros ou portões baixos. Alguém entra por qualquer motivo (sem ser roubo) e pode ser pego por ele", explica Souza.
Cão é treinado para rejeitar comida
Um cão de grande porte e com cara de bravo pode ajudar a manter os ladrões afastados, mas não é garantia de sucesso na segurança de uma casa. Para isso, é necessário treinamento específico durante cerca de três meses.
Nesse período, o animal aprende, entre outras coisas, a rejeitar comida oferecida por estranhos para evitar o envenenamento. O treinamento também serve para o animal aprimorar o ataque e a mordida.
"Nosso método visa a imobilização do invasor. Por isso, o cão ataca o braço da pessoa. Enquanto ela se debater e tentar escapar, o cachorro não solta. Quando deixa o braço do invasor, o cão começa a
De acordo com Souza, quando o cliente opta por alugar um cão de guarda é feito também um treinamento específico na casa onde ele irá permanecer. "A gente mostra para o animal os pontos mais vulneráveis e de onde podem vir os ataques. Desta forma, ele se adapta melhor ao ambiente."
Quando o cão não conhece o dono do imóvel, é recomendável que a retirada do animal seja agendada com antecedência para que não ocorra nenhum acidente. Salles afirma que, em 26 anos no mercado, nunca teve problema de um cachorro atacar o cliente. "Perdi dois cães em um assalto. Acidentes em casas, nunca teve." O adestrador lembra que colocar o cão de guarda ajuda, mas não é garantia de que o imóvel está totalmente livre de assaltos. "Só o cão não resolve o problema. Ele minimiza. Eu costumo recomendar para as pessoas que, além do cão, tenham alarme e, se possível, seguro."
Serviço faz com que clientes adotem cachorros para criar
Após alugar um cão de guarda, alguns clientes acabam adquirindo seus próprios cachorros e os levam para receber treinamento.
É o caso da contadora Michele Viviane Santos, 30 anos. Para poder viajar tranquila ela alugou, por sete anos consecutivos, um cão para tomar conta da casa, no bairro São José, em São Caetano.
Há algum tempo, a segurança do imóvel está sendo feita, em tempo integral, pelo labrador Iron, 7 anos, e pela rottweiller Kiara, 4, que a contadora passou a criar. "O Iron já foi exigido três vezes. Atacou e não deixou a pessoa entrar. Fez a vigilância corretamente", avalia.
Moradora do Parque das Nações, em Santo André, Doroty Silva, 54, adotou a fila Laura depois de alugar cães de guarda desde 2005. "Alugamos a primeira vez porque entrou gente em casa."
Segundo ela, até os vizinhos aprovaram a presença do cachorro. "No começo, achava que o cão treinado ia avançar em todo mundo, mas depois vi que era bem diferente", afirma.

sábado, 11 de dezembro de 2010

## Para os céticos, que não acreditam em cães na segurança privada e etc.##

A criminalidade em Belém e região metropolitana só faz crescer,quem poderia imaginar que um Pm box iria ser assaltado ?ou infelizmente um sentinela(soldado) da aeronáutica  seria  morto em serviço para roubar sua arma , dentro de uma área militar ?pois acredite, a audácia desses marginais não respeitam nem os profisionias de segurança publica !imaginem de segurança privada quando usam um armamento é inferior aos das policias ?
os especialistas em segurança dizem que um dos fatores que contribui para  um assalto bem sucedido é a SURPRESA , ou seja , o marginal  depende desse fator para ter êxito no assalto!
Então como evitar esse fator surpresa ?
Bem, na minha opinião é através da prevencão,podendo ser o sistemas de segurança eletronica e etc.Mas, esse sistema é apenas preventivo, temos que agregar mais segurança, ai entra o trabalho do cão de guardar e segurança ele é ostensivo/preventivo nunca esses bandidos irão entrar para roubar um cão de guarda do vigilante/vigia e etc. È óbvio, o cão alerta a aproximação de estranhos a visão do cão em ambiente escuros como matas e etc tem a mesma capacidade de enxergar de um binóculo parar visão noturna essa capacidade já foi comprovada cientificamente, a audição é 300 vezes mais sensível que a do ser humano, com todas essas caratecristica não tem como alguém que esteja trabalhando ou usando o cão na segurança/guarda seja SURPREENDIDO POR MARGINAIS tendo a chance de reagir a vários metros dos bandidos !
com todas essas caracteristica positiva e eficaz o cão sem sombra de duvida agrega proteção  e eficiencia no segmento de segurança quer seja publica, particular ou pessoal !

Márcio Santos

## veja nesse video o que os cães esperam da gente ##